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Declaração da Assembléia dos Movimentos Sociais Porto Alegre (RS), Brasil
31 de Janeiro
Nós, povos de todos os continentes, reunidos na Assembléia de Movimentos Sociais realizada durante o Fórum Social Temático Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental, lutamos contra as causas de uma crise sistêmica, que se expressa em uma crise econômica, financeira, política, alimentar e ambiental, colocando em risco a própria sobrevivência da humanidade. A descolonização dos povos oprimidos e o enfrentamento ao imperialismo é o principal desafio dos movimentos sociais de todo o mundo.
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Série: O contexto internacional das indignações mundiais (4/5)
Algumas características comuns nas mobilizações de 2011
por
Eric Toussaint
28 de Janeiro
Encontramos algumas características comuns na primavera árabe, Occupy Wall Street, e nos Indignados, em 2011. 1. Os manifestantes tornam a investir a praça pública, chegando a instalar-se nela; multiplicam-se os protestos de rua. No passado, as acções radicais começavam frequentemente no local de trabalho ou de estudo e compreendiam a ocupação das instalações (fábricas, escolas, universidades, etc.). Embora as greves e as ocupações de fábricas ou estabelecimentos escolares se verifiquem em países tais (...)
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Série : O contexto internacional das indignações mundiais (3/5)
Da primavera árabe a Occupy Wall Street, passando pelo movimento dos Indignados
por
Eric Toussaint
25 de Janeiro
Na Tunísia e no Egipto, países não exportadores de matérias-primas (a não ser em grau marginal), as condições de vida das populações degradaram-se nos últimos anos, o que originou protestos sociais severamente reprimidos. Isto provocou, a começar pela Tunísia, uma reacção de massas que depressa adquiriu uma dimensão política. O povo desceu à rua e às praças públicas para enfrentar a repressão (o que se saldou em 300 mortes) e exigir a destituição do ditador Ben Ali. Em 14 de Janeiro de 2011, o ditador teve de (...)
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Série: O contexto internacional das indignações mundiais (2/5)
A crise mundial antecede a primavera árabe, os Indignados e Occupy Wall Street
por
Eric Toussaint
22 de Janeiro
A partir de 2007 o céu capitalista fica escuro. Começa então a maior crise capitalista desde os anos 1930. Verifica-se uma interconexão de diferentes crises: nos países mais industrializados, a crise bancária e financeira, a crise imobiliária, a crise económica; nos países do sul, em particular em África e certos países da Ásia, a crise alimentar (a América Latina é menos afectada) causada principalmente por dois factores gerados pela política praticada pelos governos dos países mais industrializados: 1. (...)
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Série: O contexto internacional das indignações mundiais (1/5)
Breve retrospectiva dos movimentos que antecederam a primavera árabe, os Indignados e Occupy Wall Street
por
Eric Toussaint
19 de Janeiro
Ao longo de 2011, o movimento social e político rebelde reapareceu nas ruas e praças públicas nos quatro cantos do planeta. Tomou várias formas e lançou novos apelos: a primavera árabe, os indignados, o movimento Occupy Wall Street (OWS)… As principais regiões em causa são o Norte de África e o Médio Oriente (incluindo Israel), a Europa e a América do Norte. Embora nem todos os países dessas regiões tenham sido tocados pela vaga de mobilização e por novas formas de organização, toda a gente ouviu falar (...)
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Lições úteis extraídas da experiência da campanha grega por uma auditoria cidadã
Quais as prioridades, tarefas e ambições da auditoria cidadã da dívida pública na Europa em tempos de Troika?
por
Yorgos Mitralias
5 de Janeiro
Agora que a campanha pela auditoria da dívida pública grega começa a encontrar eco em diversos países da Europa, impõe-se fazer um balanço da sua actividade e extrair as lições úteis ao resto do mundo. Considerando que a campanha grega deu os seus primeiros passos há exactamente um ano, e que foi a primeira a tentar essa experiência até então inédita no Norte do planeta, é normal que se examinem as conquistas e os dilemas, os sucessos e os impasses, e que se lance finalmente o debate, já não sobre a (...)
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Convenção de Lisboa lança Auditoria Cidadã à Dívida Pública
por
esquerda.net
3 de Janeiro
Cerca de 700 pessoas responderam no dia 17 de dezembro ao apelo para dar início ao trabalho de auditoria cidadã da dívida portuguesa. O objetivo é separar o trigo do joio e identificar os abusos que têm sido cometidos contra os interesses dos contribuintes para alimentar negócios milionários em proveito da banca e das empresas privadas. O apelo inicial foi anunciado por José Maria Castro Caldas, Ana Benavente, António Carlos Santos, José Guilherme Gusmão, Manuel Carvalho da Silva, Ramiro Rodrigues e (...)
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Convenção de Lisboa: Auditoria "para desarmar ideias feitas"
por
esquerda.net
3 de Janeiro
A Convenção de Lisboa contou com 600 participantes para discutir e formalizar o arranque da Auditoria Cidadã à Dívida Pública portuguesa. Carvalho da Silva diz que ela vai servir para combater a propaganda de "que temos todos andado a viver acima das nossas possibilidades". Reunida durante o dia de sábado no cinema São Jorge, a Convenção de Lisboa aprovou o projeto de resolução proposto e elegeu uma Comissão de Auditoria Cidadã (ver lista em baixo) que irá organizar o trabalho detalhado de verificação (...)
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Auditoria Cidadã da Dívida de Portugal
por
Maria Lucia Fattorelli
3 de Janeiro
Palavras não são capazes de expressar o significado do lançamento da Iniciativa para uma Auditoria Cidadã da Dívida de Portugal – IAC - realizado em Lisboa, Portugal, em 17 de dezembro de 2011, que certamente entrará para a história do país. Apesar do lindo final de semana de muito sol em Lisboa, centenas de cidadãos de todas as idades e profissões deixaram de lado seus afazeres pessoais e dedicaram todo o dia de sábado para lotar o Teatro São Jorge. O evento foi uma lição de organização (...)
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Fase actual da crise da dívida na Europa e contexto internacional
por
Eric Toussaint
2 de Janeiro
Formação IAC - CADTM Lisboa A zona euro: epicentro da crise Porque é a UE mais afectada do que os EUA, onde a crise começou Relações centro/periferia na UE Política neomercantilista da Alemanha, dos Países Baixos e da Áustria Fase actual da crise da dívida na Europa e contexto internacional.pdf